domingo, 18 de novembro de 2012
Protetor para seios com gel
protetor para seios com gel é um disco à base de gel que, graças à sua composição, oferece proteção (física) aos mamilos durante a gravidez e/ou amamentação. É absorvente, transparente, oferece frescor e alívio e ajuda a mãe que amamenta a relaxar. Mamare absorve o excesso de líquido, reduzindo o amolecimento da pele saudável do mamilo,tem três componentes primários: água, glicerina e poliacrilamida. A durabilidade é determinada por sua capacidade de adesão à pele. Com o encharcamento, essa adesividade diminui, o que indica a necessidade de substituição. Em condições normais, seu tempo de uso é de 3 a 7 dias. Limpar o disco com um pano úmido. Sabões ou detergentes não podem ser utilizados, uma vez que podem comprometer a integridade do disco. Como utilizar: Aplique a parte com gel sobre a região do mamilo. A parte com a película de pano serve para evitar a adesão do disco ao sutiã. Quando for amamentar retire o disco e coloque-o na geladeira; dessa forma, quando o mesmo for reaplicado (pós mamada), você terá a sensação de alívio e frescor.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Duvidas de chupetas
Quando o bebê nasce, os pais passam a se questionar sobre os benefícios e os malefícios de oferecer a chupeta a ele. Alguns temem causar depedência, outros pensam em possíveis problemas na dentição e na fala. Na creche, o panorama enfrentado pelos educadores não é diferente. Há muita dúvida e, por causa de tanta indecisão, esse objeto pode acabar ocupando o espaço que não merece, ser proibido radicalmente ou, pior ainda, ficar marcado como um elemento estranho ao ambiente, provocando certa inquietação, que ninguém se arrisca a resolver. Um cenário insustentável, ainda mais porque envolve dois aspectos importantíssimos da Educação Infantil: cuidados com os pequenos e a promoção da autonomia. Confira a seguir as recomendações de especialistas para as dúvidas mais comuns.
1. Para que serve a chupeta?
Ela é uma fonte de relaxamento para os bebês (não é à toa que um dos sinônimos é consolador e o termo em inglês é pacifier, que significa "pacificador"). Segundo explicação do pediatra José Martins Filho no livro Lidando com Crianças, Conversando com os Pais, ela possibilita o movimento de sucção, um bom exercício para o desenvolvimento infantil, pois articula os músculos necessários à fala.
2. Seu uso pode ser permitido na creche?
Sim. "É errado os educadores proibirem que os pequenos chupem chupeta. Não há motivo para isso", explica Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (ISE Vera Cruz) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O objeto desempenha um papel importante na adaptação dos pequenos quando eles começam a frequentar a creche porque é útil para preencher a falta dos pais, funcionando como uma lembrança do ambiente de casa enquanto o vínculo com o educador e com as outras crianças não for estabelecido plenamente.
3. Na hora de dormir, ela pode ser permitida?
Sim, a chupeta ajuda a embalar o descanso dos bebês. Apesar disso, existem outros momentos em que ela não deve ser liberada: durante as atividades e as refeições, já que, além de atrapalhar o desenvolvimento da dicção, pode estimular o comportamento introspectivo, prejudicando a socialização.
4. É papel do educador ajudar as crianças a largar a chupeta?
Sim, mas não há um método para isso. A função do professor é promover a autonomia delas - o abandono do objeto é uma consequência. Cabe ao adulto ainda desenvolver uma relação de confiança com os pequenos para que eles se sintam cada vez mais seguros na creche. Por isso, é importante ter em mente que chupar chupeta é um hábito que deve ser tolerado, mas não incentivado. Para explorar a responsabilidade e a independência de cada um, proponha que, quando forem vetadas, elas sejam guardadas em potes individuais, junto aos demais materiais de uso pessoal. Um alerta: não perca tempo explicando para as crianças os problemas que ela pode acarretar, como dificultar a fala e atrapalhar o crescimento da dentição, na tentativa de fazer com que a larguem. "Até os 3 anos, a relação entre causa e consequência ainda não é bem compreendida", explica Cisele Ortiz, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
5. Até que idade os pequenos podem usar a chupeta?
Não existe um limite fixo. O bom senso deve prevalecer, afinal, ela é um material de apego, tal como um cobertor ou um brinquedo qualquer que os pequenos costumam adotar para ter por perto durante um tempo. Com um bom trabalho de promoção de autonomia, feito pelos educadores em parceria com a família, é possível ajudá-los a chegar à pré-escola livres dela."Eles gostam de mostrar aos adultos que estão crescendo e, por isso, acabam abandonando a chupeta facilmente quando incentivados",
Ela é uma fonte de relaxamento para os bebês (não é à toa que um dos sinônimos é consolador e o termo em inglês é pacifier, que significa "pacificador"). Segundo explicação do pediatra José Martins Filho no livro Lidando com Crianças, Conversando com os Pais, ela possibilita o movimento de sucção, um bom exercício para o desenvolvimento infantil, pois articula os músculos necessários à fala.
2. Seu uso pode ser permitido na creche?
Sim. "É errado os educadores proibirem que os pequenos chupem chupeta. Não há motivo para isso", explica Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (ISE Vera Cruz) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O objeto desempenha um papel importante na adaptação dos pequenos quando eles começam a frequentar a creche porque é útil para preencher a falta dos pais, funcionando como uma lembrança do ambiente de casa enquanto o vínculo com o educador e com as outras crianças não for estabelecido plenamente.
3. Na hora de dormir, ela pode ser permitida?
Sim, a chupeta ajuda a embalar o descanso dos bebês. Apesar disso, existem outros momentos em que ela não deve ser liberada: durante as atividades e as refeições, já que, além de atrapalhar o desenvolvimento da dicção, pode estimular o comportamento introspectivo, prejudicando a socialização.
4. É papel do educador ajudar as crianças a largar a chupeta?
Sim, mas não há um método para isso. A função do professor é promover a autonomia delas - o abandono do objeto é uma consequência. Cabe ao adulto ainda desenvolver uma relação de confiança com os pequenos para que eles se sintam cada vez mais seguros na creche. Por isso, é importante ter em mente que chupar chupeta é um hábito que deve ser tolerado, mas não incentivado. Para explorar a responsabilidade e a independência de cada um, proponha que, quando forem vetadas, elas sejam guardadas em potes individuais, junto aos demais materiais de uso pessoal. Um alerta: não perca tempo explicando para as crianças os problemas que ela pode acarretar, como dificultar a fala e atrapalhar o crescimento da dentição, na tentativa de fazer com que a larguem. "Até os 3 anos, a relação entre causa e consequência ainda não é bem compreendida", explica Cisele Ortiz, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
5. Até que idade os pequenos podem usar a chupeta?
Não existe um limite fixo. O bom senso deve prevalecer, afinal, ela é um material de apego, tal como um cobertor ou um brinquedo qualquer que os pequenos costumam adotar para ter por perto durante um tempo. Com um bom trabalho de promoção de autonomia, feito pelos educadores em parceria com a família, é possível ajudá-los a chegar à pré-escola livres dela."Eles gostam de mostrar aos adultos que estão crescendo e, por isso, acabam abandonando a chupeta facilmente quando incentivados",
6. Quais os efeitos positivos e negativos do objeto?
"Ele é danoso se der origem a uma relação de dependência duradoura", fala Ana Paula Yazbek, formadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo. Por isso, quando a choradeira tomar conta do ambiente, contenha o ímpeto de silenciar a turma oferecendo a chupeta: busque o que está causando o desconforto. "Conversar em vez de dá-la é uma forma de não comprometer o desenvolvimento da capacidade nos pequenos de expressar sentimentos oralmente", diz Maria Paula.
7. O uso deve ser combinado com a família?
Sempre. Se os pais insistirem para que o filho não use a chupeta na creche, explique que se trata de um apego passageiro, porém muito valioso para ele. "Deixe claro que o objeto não prejudica o aprendizado dele em nada. Mas, se ainda assim eles não concordarem com a liberação, diga que é importante permitirem que a criança tenha outro objeto de apego caso ela demonstre essa necessidade.
"Ele é danoso se der origem a uma relação de dependência duradoura", fala Ana Paula Yazbek, formadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo. Por isso, quando a choradeira tomar conta do ambiente, contenha o ímpeto de silenciar a turma oferecendo a chupeta: busque o que está causando o desconforto. "Conversar em vez de dá-la é uma forma de não comprometer o desenvolvimento da capacidade nos pequenos de expressar sentimentos oralmente", diz Maria Paula.
7. O uso deve ser combinado com a família?
Sempre. Se os pais insistirem para que o filho não use a chupeta na creche, explique que se trata de um apego passageiro, porém muito valioso para ele. "Deixe claro que o objeto não prejudica o aprendizado dele em nada. Mas, se ainda assim eles não concordarem com a liberação, diga que é importante permitirem que a criança tenha outro objeto de apego caso ela demonstre essa necessidade.
Bebê em casa, ôh coisa boa!
Pronto! Agora é com você. Em casa, seu bebê vai depender e precisar exclusivamente de seus cuidados e, claro, muito amor. Mas não se preocupe. O Bolsa de bebê vai ajudar vocês, mãe e filho, com todas as informações necessárias.
Alimentação - o leite materno é o alimento IDEAL para o lactente e nenhum leite industrializado é capaz de substituí-lo. O aleitamento materno traz vantagens para mãe e filho. Para o bebê, o leite materno é o alimento mais corretamente balanceado (quantia adequada de gorduras, proteínas, carboidratos), protege a criança contra infecções, obesidade e alergias e estreita a relação mãe/filho.
Para a mãe, a amamentação promove contração uterina, fazendo com que o útero volte ao seu tamanho mais rapidamente. O horário de mamada é livre (aproximadamente a cada duas ou três horas). Atenção: não dê chá ou água, pois o leite materno contém a quantidade necessária de líquido para o recém-nascido.
Esvazie bem uma mama antes de passar para a outra. Procure dar pelo menos 15 a 20 minutos em cada peito, já que o leite com maior conteúdo de gordura, que sacia e é essencial para o crescimento do bebê, desce após esse tempo.
Não deite o bebê logo após a mamada, pois isso pode fazer com que ele regurgite uma grande quantidade de leite. Coloque-o sempre para arrotar.
Banho – evite usar sabonetes ou xampus muito perfumados. Dê preferência ao sabonete neutro de glicerina. Não use loções ou colônias após o banho.
Umbigo – dê o banho normalmente, mesmo que não tenha caído o coto umbilical. Lembre-se apenas de secá-lo bem e passar álcool 70% até que caia.
Roupas - evite roupas de lã, mesmo aquelas intituladas antialérgicas. Dê preferência às roupinhas de algodão, plush e atoalhadas. Lave-as com sabão de coco.
Banho de sol – é importante para a incorporação do cálcio ao osso. O ideal é tomar banho de sol por 10 a15 minutos, antes das 10h ou após às 16h. Não se esqueça de proteger os olhos de seu bebê. O banho de sol pode ainda ser terapêutico e prescrito pelo médico no caso de icterícia fisiológica*, acelerando o desaparecimento da mesma.
Vacinas – a maioria das maternidades atualmente já aplica a vacina BCG (para prevenção da tuberculose) e a primeira dose da hepatite B. Cheque se o seu bebê foi realmente vacinado, caso contrário, procure um posto de saúde ou uma clínica de vacinação para aplicar as vacinas nos primeiros dias de vida.
Sintomas e sinais mais comuns nessa fase de vida:
-Icterícia* – é quando a pele e os olhos do bebê ficam amarelados. Ocorre com alta freqüência, sendo o problema mais comum nos berçários. Existem várias causas que podem desencadear esse problema, sendo, entretanto, a icterícia fisiológica (por imaturidade do fígado) a mais comum. É OBRIGATÓRIA AAVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO MÉDICO NEONATOLOGISTA OU DO PEDIATRA.
-Febre (temperatura corpórea acima de 37,5º C) – esse sintoma, principalmente nos primeiros três meses de vida, requer avaliação médica, pois pode ser sinal de doenças importantes, como infecção urinária, pneumonia, otite (infecção no ouvido) e até meningite.
O impacto da chegada de seu "presentinho" em casa está passando e agora você já está conseguindo se reorganizar, adaptando-se ao seu novo e maravilhoso momento de vida. Cá entre nós, sem ser feminista, nenhum homem conseguiria equilíbrio tão rápido. Agora vamos falar um pouco do crescimento e desenvolvimento de seu bebê, que vai te surpreender a cada dia que passa.
Convivência entre cães e grávidas
Convivência entre cães e grávidas
A descoberta da gravidez é um fato que traz emoções, ansiedade e expectativas. No caso das proprietárias de cães, também podem surgir algumas preocupações. Como será a relação com o cão dali para frente? Ele poderá conviver com a gestante? Quais serão os limites que deverão ser respeitados no contato com o pet?
Há algum tempo, a primeira sugestão de muitos médicos, em relação a grávidas e animais, era de limitar o contato totalmente, ou mesmo doar o animal. Após diversos estudos, hoje já é sabido que não é necessário tomar atitudes tão drásticas, e é possível, sim, uma convivência harmoniosa entre a proprietária e seu cachorro, mesmo durante a gestação.
No entanto existe alguns cuidados que devem ser colocados em prática, não só durante esta fase de gestação, mas durante toda a vida do cão:
- Manter limpo o ambiente do animal: evite deixar fezes ou urina, pois além de contaminantes – ainda mais se o cão pisar e ficar passeando pela casa –, podem atrair mosquitos, vetores de doenças.
- A saúde do seu cachorro deve estar em dia: seguir corretamente o programa de vacinação e vermifugação, segundo o veterinário responsável. Oferecer alimentos de qualidade, próprios para cães e água limpa. E consultar o médico veterinário sempre que perceber algum problema, mesmo que pequeno.
- Sempre que limpar o local em que o cachorro fica, ou brincar com ele, lave as mãos em seguida.
Os locais da casa em que o cão terá acesso também devem ser estudados. Limitar repentinamente o ambiente e a convivência com pessoas pode estressar seu cachorro, e ele pode desenvolver problemas comportamentais relacionados à ansiedade.
O ideal é adaptar o pet aos poucos aos novos limites da casa. Por exemplo: caso a opção seja por não deixar o cachorro ter acesso ao quarto do nenê, comece a acostumá-lo com isso já na fase da gestação, para que ele se adapte a nova realidade.
É bom também acostumar o cão a pequenas frustrações, em relação a atenção dos proprietários. Assim, não faça todas as vontades do seu animalzinho, o tempo todo. Ele perceberá que, de vez em quando, mesmo com a presença de pessoas no ambiente, ele não terá toda a atenção. Quando o bebê chegar, ele já estará condicionado.
Cães muito ativos ou barulhentos requerem auxílio de um profissional, para serem ensinados a latir menos e transferir sua ansiedade para brinquedos que possam ser destruídos, ou passeios, por exemplo. Aulas de adestramento ajudam e muito nesses casos.
Conforme o avanço da gravidez, alguns movimentos ficam difíceis. Dessa forma, a limpeza do ambiente, os passeios e brincadeiras mais ativas ficam comprometidos. O ideal é ensinar e delegar para outro membro da família a fazer essas atividades, mas de maneira gradativa, para que o cão se habitue com as mudanças, sem traumas.
As lojas estão cada vez mais pensando nas mamães gravidinhas...
Com alguns quilos a mais e aquela barriga enorme, as grávidas ficam em dúvida de como se vestir para aqueles eventos em que o glamour faz parte do enredo. As lojas de aluguel e venda de roupas desse tipo, possuem muitos modelos em diversos tecidos, mas é preciso saber escolhero ideal para não ficar parecendo um botijão de gás com capa. Para ficar por dentro da moda e do que acontece no mundo das futuras mamães, veja os modelos de vestidos de festa.
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